Segunda-feira, Maio 11, 2009

Quase quase...

Crónica de jogo por Pedro Fonseca

Mais uma vez, e a pedido dos habituais cronistas do blogue da AAC-SF, foi-me solicitada a crónica do jogo do último Domingo.
Jogo que opôs os dois primeiros classificados da fase de apuramento do campeão da 1ª divisão série A, ou seja, Góis vs AAC-SF.

Uma partida bastante emotiva que se disputou e alguma expectativa estava criada em redor deste confronto até porque em caso de vitória para a equipa de Góis dar-se-ia uma aproximação ao topo da tabela (ainda que a AAC-SF tivesse uma boa “almofada”), e em caso de vitória dos estudantes o primeiro lugar ficaria à distância de apenas um ponto!
Estavam, então, criadas todas as condições para um bom espectáculo, coisa que no primeiro tempo aconteceu apenas a espaços e por parte dos “capas negras”. Alguns rasgos individuais por Willy (alvo de uma marcação impiedosa, e nem sempre correcta) iam levando perigo junto da baliza dos da casa, sempre bem auxiliado por Pissarra no “último passe” e por Pita que esteve bem nas funções que lhe haviam sido incumbidas, nomeadamente a jogar de costas para a baliza e a segurar o esférico. As subidas pelos flancos pelos seus laterais foram constantes e o duelo dos três centro campistas foi incansável. Os dois defesas centrais deram sempre conta do recado e Valter tinha uma tarde descansada.

O segundo tempo teve três fases distintas:

1ª - A entrada forte dos estudantes que, depois de uma jogada onde Willy é travado com dureza, provocando a expulsão do adversário, chegam ao golo por parte de Altair;

2ª – Um certo deslumbramento que levou a alguma desconcentração por parte dos estudantes, e que leva os da casa ao empate na marcação de uma grande penalidade depois do juiz da partida ter assinalado “mão” de Castanheira dentro da área;

3ª – Por fim, o “assentar poeira” depois do período de alguma desconcentração, que apesar de ter visto assinalada outra grande penalidade (remate por cima da barra por parte do jogador de Góis na respectiva marcação), ainda criou algumas oportunidades para levar os 3 pontos para Coimbra.

Apenas de salientar que o jogo algo duro por parte dos da casa que, antes da segunda grande penalidade, já estavam reduzidos a 9 elementos devido a uma entrada “bárbara” sobre Miguel que lhe deixou os pitons “cravados” no corpo, mais uma vez por cartão vermelho directo.

Da equipa de arbitragem dizer que a primeira grande penalidade é indiscutível, a segunda deixa algumas dúvidas e as expulsões foram bem aplicadas. Pode ter ficado por mostrar um ou outro cartão amarelo á equipa da casa que foi sempre muito dura nos confrontos, principalmente no centro do terreno.
A vitória não havia sido alcançada mas fica a sensação que o título é apenas uma questão de tempo até ficar definitivamente resolvido.
Será que a Queima teve alguma influência?!?!
Abraço a todos e obrigado por me deixarem participar e contribuir para o blogue.

Um obrigado ao cronista Pedro Fonseca que se disponibilizou a auxiliar-nos, numa semana em que é de todo impossivel para os gestores do blogue efectuarem a habitual crónica semanal.

1 comentários:

Pedro Fonseca disse...

Pessoal, aquela referência à Queima foi apenas uma alusão ás "bocas" que se ouviam em Góis!
EHEHEHEHEH
Abraço e está mesmo quase, quase...